Cadela de caça
Focinho atento,
Menina se raça
Correndo ao vento
No tempo da seca,
A fome dos seus matou,
Com peles e ossos
Sempre se conformou.
Um dia o cão doente
Seu amo quis matar,
Que pena, cadela valente
Trágico fim, cheio de azar.
Espiando o dono desconfiada
Na Camarinha os menino e a Sinhá,
Esperava o destino agachada
Sem ter forças para lutar.
Com espingarda de perdeneira
Uma ruma de chumbo derramara,
No meio da catingueira
Bem nos quarto ela levara.
O pai com medo da desgraça
Os fio queria proteger,
Adeus, companheira de caça!
Era o fim de tanto sofrer.
O Remorso do dono pela tragédia
No eterno silêncio se faz chorar,
Adeus, cadela Baleia!Vá em paz, para o mundo das preá!
Focinho atento,
Menina se raça
Correndo ao vento
No tempo da seca,
A fome dos seus matou,
Com peles e ossos
Sempre se conformou.
Um dia o cão doente
Seu amo quis matar,
Que pena, cadela valente
Trágico fim, cheio de azar.
Espiando o dono desconfiada
Na Camarinha os menino e a Sinhá,
Esperava o destino agachada
Sem ter forças para lutar.
Com espingarda de perdeneira
Uma ruma de chumbo derramara,
No meio da catingueira
Bem nos quarto ela levara.
O pai com medo da desgraça
Os fio queria proteger,
Adeus, companheira de caça!
Era o fim de tanto sofrer.
O Remorso do dono pela tragédia
No eterno silêncio se faz chorar,
Adeus, cadela Baleia!Vá em paz, para o mundo das preá!
(Referência ao romance vidas Secas)
2 comentários:
Lembro-me que vidas secas estava na bibliografia do colégio, quando entrei para o segundo grau.
=)
Rapaz! que coisa mais linda!Fui transpotad ao céu da cadela Baleia e a vi correndo e rindo entre as nuvens e as préas...
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